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29 de Julho de 2017

FORÇAS ARMADAS SÃO EMPREGADAS NOVAMENTE NO RIO DE JANEIRO

RIO O foco do Plano Nacional de Segurança é o tráfico de drogas e de armas e o roubo de carga. Depois de ter dito na quinta-feira que espera uma forte reação do crime organizado porque o estado vive um clima de guerra, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, manteve o tom duro nesta sexta-feira ao falar sobre as primeiras operações das tropas federais no Rio, na sede do Comando Militar do Leste (CML), no Centro. Jungmann prometeu que não vai recuar até conseguir golpear o crime organizado. Perguntado sobre que tipo de operações estão autorizadas e se os militares poderão entrar em favelas, ele disse que o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), assinado pelo presidente Michel Temer, abrange um amplo espectro de ações.

Segundo Jungmann, o chamado "cardápio" é toda e qualquer ação que seja necessária. Ele admitiu que o avanço das forças de segurança pode ter efeitos colaterais, inclusive, mortes. O ministro disse ainda que a determinação é ter um resultado diferente de outras vezes em que militares foram convocados para atuar no patrulhamento. Ele voltou a assinalar que não quer as tropas empenhadas no policiamento ostensivo, o que, de acordo com ele, mostra-se inócuo, já que as tropas têm prazo predeterminado para permanecer nos lugares. A estratégia vai se basear em operações planejadas com inteligência em parceria com as polícias estaduais.



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